sexta-feira, 14 de junho de 2013

Natsume Yuujinchou

Saint Seiya e Dragon Ball marcaram minha infância, mas são duas obras que eu gosto muito mais por ficar nostálgico. Tentei assistir a série clássica de Cavaleiros do Zodíaco e não me aguentei... De rir. Como é tosco. Mas é tão bom. Ou era. Sei lá. Por isso, vou falar de um mangá que eu acho absolutamente brilhante e que eu leio e releio toda hora. Natsume Yuujinchou. É bem mais recente que os outros que eu mencionei, mas igualmente brilhante. É um mangá shoujo sobrenatural escrito por Midorikawa Yuki, que escreveu outros shoujo muito bons.

Natsume Takashi é um menino normal, que estuda em uma escola de ensino médio normal e possui amigos normais. O único ponto é que ele consegue ver espíritos, demônios e outras criaturas sobrenaturais, assim como sua avó, Reiko, conseguia. A avó de Natsume, já falecida, costumava sacanear os espíritos e fazer com que eles se tornassem seus servos, aprisionando seus nomes no Livro dos Amigos (Yuujinchou). Natsume herda esse livro, fazendo com que vários espíritos venham procurá-lo. Ele também acaba libertando um espírito selado, Madara, que assume a forma de um gato. Nyanko-sensei (como foi apelidado por Natsume) serve como mentor e protetor do menino... Enquanto, na verdade, o que ele mais quer é que Natsume morra logo para que ele possa ficar com o livro. Com esse cenário inicial, os capítulos passam a ter a premissa básica de Natsume tentar dissolver algum contrato que sua avó fez com um espírito ou demônio e evitar ser morto pelos vários antagonistas. 

A backstory de Natsume é muito interessante também: devido ao seu poder, ele nunca foi aceito. Com a morte de seus pais, ele foi passando de parente a parente, até ser adotado, finalmente, pelos Fujiwara. Esse histórico de rejeição e abandonos fez com que Natsume ficasse com medo de confiar nas pessoas e de depender dos outros. Agora, ele também tem de se acostumar a ter amigos. Seus colegas, que desconhecem suas habilidades, Kitamoto e Nishimura, muitas vezes dão um ar leve à história. Sendo que seus confidentes, Taki (que Natsume ajudou contra um espírito) e Tanuma (que possui uma mínima habilidade), oferecem apoio a Natsume, que está aprendendo a poder contar com eles.

Além disso, há Natori, um exorcista, que também se aproxima de Natsume. Apesar de ser infernizado pelos espíritos, Natsume discorda dos meios de Natori (i.e exorcizar). Por isso, também, Matoba, o líder dos exorcistas, se torna uma ameaça a Natsume. 

  

Para mim, Natsume é o epítome de uma boa pessoa. Ele, apesar de ter defeitos, consegue ser uma pessoa genuinamente boa; já foi muito ferido durante sua vida, mas continua decidido por fazer o bem. Junto com essa arte muito bonita e fluída e um cenário episódio, Natsume Yuujinchou é um dos melhores mangás que eu já li. Nota "10".

O anime também é muito bom (apesar de eu não ter curtido algumas mudanças e algumas histórias que foram puladas) e é super-fácil de achar para baixar. Eu acompanho o mangá pelas releases em inglês da joint Transcendence & Ashitaka x Taiyou. Não sei sobre outras línguas.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Rurouni Kenshin

O meu segundo mangá favorito de todos os tempos é Rurouni Kenshin. Conhecido também por "Samurai X", esse mangá é simplesmente brilhante. Watsuki Nobuhiro narra um mangá histórico, cheio de personagens interessantes e com cenas de batalha simplesmente maravilhosas. 

A história se passa durante o período Meiji do Japão (1868-1912). No início desse período, houve a guerra Bakumatsu, na qual um assassino ficou muito famoso. Chamado de "Hitokiri Battousai", ele se tornou uma lenda e é muito temido. Anos mais tarde, Himura Kenshin é um samurai que vaga pelo Japão, oferecendo ajuda aos que precisam, sendo que ele, na verdade, busca redenção por seu passado como o famoso assassino. Quando chega em Tóquio, ele encontra uma jovem chamada Kamiya Kaoru e a ajuda. Mesmo descobrindo que Kenshin é, na verdade, o famoso assassino, Kaoru oferece um lugar para ele ficar em seu dojo, percebendo a personalidade gentil de Kenshin, que aceita e estabelece uma nova vida. Infelizmente, inimigos, do passado e atuais, eventualmente aparecem para colocar à prova o juramento que Kenshin realizou de nunca mais matar. 

Outros personagens-chave da história são Sagara Sanosuke, um membro da armada Sekihou; Myoujin Yahiko, um órfão de uma família de samurais; e Takani Megumi, uma médica que se envolveu com o tráfico de ópio. Além disso, vários inimigos são igualmente icônicos. Shishio Makoto é um dos mais incríveis. Ele possui planos de conquistar o Japão, destruindo o governo Meiji. Kenshin busca viver uma nova vida pacífica, mas acaba precisando lutar, quando seus amigos se encontram ameaçados. 

Rurouni Kenshin é um clássico absoluto dos mangás shounen. Possui vários dos elementos tradicionais do shounen, mas em um cenário histórico que funciona muito bem. Todos os personagens que são introduzidos possuem pontos de interesse e as cenas de luta são incríveis. O anime faz jus ao mangá, sendo uma adaptação com uma animação muito bonita (dentro das possibilidades da época). Recentemente, fizeram uma adaptação em live-action, que é bem legal. 

  

Esse é um mangá com vários elementos que funcionam maravilhosamente bem. Não consigo encontrar nenhum "contra" a essa história. Um cenário bem utilizado, personagens ótimos, arte linda... É nota "10" e ponto final.

Também foi publicado pela JBC, com o título de Samurai X. Como já faz alguns anos, pode ser difícil de achar para comprar. Felizmente, há lugares para ler que aparecem na primeira página de pesquisa do Google.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Yu Yu Hakusho

Eu falei dos meus mangás shoujo favoritos há algum tempo. Pensei em, dessa vez, falar dos meus mangás favoritos de todos os tempos. São meus mangás absolutamente favoritos, mesmo que não faça sentido algum para os outros. Começaremos por um dos vários mangás do Togashi Yoshihiro que eu adoro. Lembro de assistí-lo quando era muito, muito pequeno, mas Yu Yu Hakusho me marcou muito com a nova dublagem, lá por 2003.

A história é simples. Urameshi Yusuke era um delinquente, arruaceiro e super-violento. Temido por todos, odiado pelos professores... Yusuke tinha tudo para ser considerado um cara muito maligno. Porém, certo dia, ele salva um menininho de ser atropelado e acaba morrendo. Como ninguém - nem mesmo os líderes do mundo espiritual - sonhavam que ele iria salvar a vida do menino, não há um lugar para ele no céu nem no inferno. Por isso, ele se torna um fantasma com a missão de realizar missões junto de Botan, uma enviada do mundo espiritual, e sob as ordens de Koenma, o filho do senhor do além. 

Eventualmente, Yusuke consegue realizar missões e atos de bondade o suficiente, dessa forma conseguindo recuperar sua vida. Voltando a viver, ele se torna um detetive sobrenatural, continuando um encarregado do mundo espiritual, só que agora recebendo missões de lutar contra youkais (demônios). Nisso, ele acaba envolvendo seu rival e colega de escola Kuwabara, e conhecendo os youkais Kurama e Hiei. Também é treinado pela mestra Genkai, que se prova uma grande aliada ao longo das séries. Tudo isso ainda contando com o amor de Keiko, sua amiga de infância. Muita, muita pancadaria e inimigos ridiculamente fortes vão aparecendo, como todo mangá shounen.

Eu ouvi falar que o final de Yu Yu Hakusho foi "axed", ou seja, o autor foi forçado a acelerar as coisas e a terminar logo a história. Acho que isso é mentira, porque esse mangá fazia um sucesso absurdo no Japão e fora dele, tendo até sido premiado. É mais provável que o Togashi tenha enchido o saco (não foi nem a primeira nem a última vez que ele fez isso... O cara parece ter alergia ao sucesso). De qualquer forma, o final foi meio "meh", sim. Eu gostei do final dado a cada um dos personagens, mas eu queria que o torneio final tivesse sido melhor explorado. Uma pena que não o foi. 

Yu Yu Hakusho é um mangá shounen e, como tal, tem aqueles clássicos elementos: torneio, tornar-se mais forte, lutar contra inimigos, perder/ganhar, ficar mais forte ainda, etc. O que é inovador para mim é a personalidade de Yusuke, que não é o clássico mocinho que há por aí. Apesar de ele fazer coisas boas, Yusuke se aproxima e muito de ser um vilão. E, em segundo lugar, o fato do protagonista morrer no primeiro capítulo. Simplesmente incrível

  

Muita gente reclama da arte desse autor. Ela é bem inconsistente, estando legal em algumas cenas e pavorosa em outros. O mangá é tão bom para mim, que a arte torna-se satisfatória nesse caso. Nota "10", como todos os mangás que mencionarei essa semana.

Yu Yu Hakusho foi publicado no Brasil pela JBC. É bem fácil achar para baixar tanto o mangá como o anime, em português ou em inglês.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Shiranai Kao

Uma conhecida de um fórum disse que essa história pode ser resumida como: "o que acontece quando Hidaka Shoko decide pegar clichês do yaoi?". Bem, não posso dizer que discordo. Essa é a premissa básica de Shiranai Kaoi.

Esse mangá se divide em três histórias. A primeira dela é sobre Haruyama que costumava ser amigo de Tanabe, um grande gênio do ping-pongue. Os dois frequentavam o clube de ping-pongue juntos, quando mais novos, e Haruyama começou a sentir inveja do enorme talento do outro. Por isso, decidiu entrar em outro clube quando fosse para o colegial e disse para Tanabe parar de segui-lo para todo lado. A partir daí, o relacionamento dos dois deteriorou e se afastaram, ao ponto de Tanabe dizer que "mal conhece" Haruyama. Bem, Haruyama não curte muito ouvir isso e vai lá tirar satisfações de Tanabe. Aí começa um relacionamento baseado mais em paixão e desejo do que em sentimentos afetivos propriamente ditos. Haruyama comete os mesmos erros toneladas de vezes durante uma história tão curta e a falta de comunicação entre os personagens é irritante. Ainda assim, é uma boa história e muito bem escrita. Só lamento que seja tão curta e que o final não tenha ficado com uma cara de "final feliz".

Na segunda história, Fujiwara era sempre maltratado por seus colegas do time de baseball, apenas tendo Karahashi como aliado e protetor. Fujiwara se apaixonou pelo colega, mas guardou isso em segredo para si. Enquanto Fujiwara era (e é) um menino bonito e delicado (um dos motivos pelos quais ele era sacaneado), Karahashi... Bem, digamos que, a não ser Fujiwara, não havia muitos que apreciassem sua aparência. Nariz grande, acne, boca esquisita, cabelo raspado... Fujiwara, entretanto, se surpreende e se decepciona quando reencontra Karahashi muitos anos depois. Apesar de alguns traços continuarem iguais, ele amadureceu e se tornou mais atraente... Bem, para qualquer pessoa menos Fujiwara. Essa foi a história que eu mais gostei. Os dois personagens eram muito divertidos e achei interessante a tentativa da Hidaka Shoko em fazer um personagem não-bishounen.

A última história é sobre um dentista e seu cliente. Ok, normal até aqui. Só que não. É uma história sobre um dentista sádico e um paciente que se descobre um masoquista. Tudo bem que quase todos os dentistas são sádicos, mas esse é especialmente sacana. Boa parte da história se centra em Hoshino fuçando na boca de Sugita. Essa história é inusitada, para dizer o mínimo.

  

Eu gosto muito, muito dessa autora. Achei que ela pegou tópicos já bem batidos, sobretudo os dois primeiros (amigos de infância distantes e reencontrando um amor platônico), e transformou em algo com pontos de interesse. Por isso, acho que esse mangá merece nota "9". 

Wasurenagusa traduziu esse mangá completamente para o inglês. Não sei sobre outros idiomas.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Calling

Faz muito, muito tempo que esse mangá estava na minha pasta de "coisas que tenho de ler", mas nunca reuni motivação o suficiente para ler. Gosto da Ootsuki Miu, mais pela arte dela do que pelas histórias, então resolvi dar um jeito de ler Calling logo.

Kazuaki leva uma vida chata e entediante no trabalho. Certa noite, ele está voltando para casa com umas compras por um parque, quando deixa cair as compras e, pior ainda, um cara, acompanhado de uma moça, pisa em seu tofu. Kazuaki fica assustado pela aparência da dupla e foge. No dia seguinte, voltando para casa, ele encontra o mesmo cara, que se identifica como sendo Aratani Kira, um ator de filmes pornográficos. Além disso, ele declara que está apaixonado por Kazuaki. Meu primeiro pensamento com isso foi "boy, that escalated quickly", mas logo já estava rindo do mangá, porque ele é, de fato, uma história engraçada com dois personagens bem diferentes um do outro. 

Quando o Kazuaki começou de "mimimi" por causa do trabalho do Kira, eu revirei os olhos e comecei a achar que não ia prestar. Logo no início da história, Kira diz que não sente vergonha do trabalho que faz e que seu trabalho é parte de quem ele é. Por isso, com os "mimimi" do Kazuaki, eu achei que haveria uma conversa super-sentimental e ciumenta, sendo que no final dela o Kira desistiria de seu trabalho. Felizmente, não é isso que ocorre. A conversa final deles nesse capítulo me fez gostar mais um pouco dessa história.

Achei legal haver um capítulo contando mais sobre o passado do Kira, ainda que bem brevemente, e sobre como ele se apaixonou tão rápido pelo Kazuaki... Bem, de qualquer forma, os últimos capítulos proporcionam um melhor entendimento dos personagens, por abordarem mais sobre as personalidades e os pensamentos deles. 

  

Esse mangá jamais seria considerado um dos melhores por aí, mas é uma história agradável, com personagens interessantes e uma arte bonita. É o tipo de mangá que dá para ler en passant, sem se preocupar muito. Uma nota "8". Cumpriu o que quis fazer.

No inglês, foi traduzido pelo Iridescent Scans. Foi licenciado pela BLU (da TokyoPop) em inglês, mas como a editora faliu...  Com uma rápida pesquisa no Google, achei em português. Pelo que eu entendi, foi traduzido pelo Redisu Scans

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Kimi ni Happiness

Esse é um mangá bobinho que eu comecei a ler por acaso enquanto matava tempo. Kimi ni Happiness é um shoujo de só um volume, sendo que o nome de sua autora é Ichinose Ruka. É tão bobo, que eu nem consigo entender o porquê de eu ter curtido essa história.

Basicamente, o enredo é o seguinte: Aizawa Yume encontra no trem, apesar de não trocarem uma palavra, seu colega de aula, Kashiwagi Satsuki. Esse menino tem sempre um aroma doce e só sorri muito raramente. Yume vagamente nota que ele tem um rosto bonito... Antes de dormir e acabar com a cabeça no ombro dele. Satsuki a acorda na hora de descer do trem e, surpreendentemente para ela, ri da situação e comenta que a mudança de temperatura dá sono mesmo. A partir disso, Yume se apaixona por Satsuki. Sim, porque é um mangá shoujo. As pessoas se apaixonam desse jeito nesse tipo de coisa.

Yume, é claro, passa a tentar ajudar Satsuki e conversar com ele sempre que possível, ajudando-o a estudar (mesmo que ele não precise) e convidando-o para sair com ela e seus amigos. Infelizmente, nossa heroína acaba vendo Satsuki beijando Ichika, uma menina popular e, que todos sabem, já tem um namorado. A partir de então, começa uma história centrada em amor não correspondido. 

Eu gostei desse tom "bitter-sweet" que o mangá tem. Tanto Yume como Satsuki são personagens interessantes e os personagens secundários são agradáveis (mas chegam a ser desnecessários). ENTRETANTO, eu realmente achei que a autora tentou tocar em um tema bastante sensível (violência conjugal) e acabou lidando com o assunto de uma forma leviana. Essa situação fazia parte da caracterização da Ichika, como uma personagem aparentemente super-confiante, mas, no fundo, alguém muito triste, infeliz consigo mesma e auto-destrutiva. O epílogo permitiu conhecer mais sobre ela e a forma que pensa sobre si mesma, mas achei que a autora deixou um assunto delicado sem dar um fechamento para a história. Aliás, de um modo geral, a sensação foi que a autora se perdeu: começou a fazer alguma coisa, se confundiu, fez outra, escreveu um diálogo bobo... E encerrou o mangá do nada.

  

Pensando bem, eu não curti tanto essa história. Há outras histórias com uma "antagonista" possível de despertar simpatia nos leitores e outros casais que têm um relacionamento bonitinho. Esse mangá pareceu uma combinação de boas idéias e de cenas legais com uma inabilidade da autora de fazer esses elementos fluírem e funcionarem juntos. Dessa forma, nota "6" para o mangá. 

Quem traduziu para o inglês foi o Chibi Manga. Fiquei surpreso de ver que há uma tradução para o português, em andamento, pelo grupo Neko Otaku Scan.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Primeiro capítulo: Interval Zero

Watarumi Naho é uma escritora no gênero BL, sendo que colabora com mangakas para ilustrarem suas histórias. O diferente é que ela teve uma ótima idéia: escreveu duas histórias se passando no mesmo ambiente, que compartilham personagens, e fez com que autoras diferentes ilustrassem cada uma delas. Suzukura Hal, dessa forma, é a ilustradora dessa história chamada Interval Zero.

O cenário é o seguinte: há uma determinada escola com um excelente programa para atletas, fazendo com que os alunos se dividam em "Alunos do Programa Geral" e "Alunos do Programa de Esportes". Existe uma grande rivalidade entre esses dois grupos, sobretudo no conselho estudantil. Kadokura é o presidente do conselho estudantil, aluno do Programa Geral, sendo também o filho de um treinador de esportes. Por causa disso, quatro outros colegas de escola moram em sua casa, uma vez que foram "recrutados" de longe e são treinados por seu pai. Kadokura, por isso, acaba sendo responsável por cuidar desses colegas, cuidando dos afazeres domésticos e obedecendo os pedidos dele. Sua situação é ruim e se torna ainda pior por causa de Kima, um dos alunos que mora em sua casa, que é rude e grosseiro com ele. Tudo, entretanto, fica mais confuso quando Kima beija Kadokura.

Não sei se é porque eu gosto muito, muito, muito da história-irmã desse mangá, mas eu achei tão bobo esse primeiro capítulo. A história não é nada instigante e os personagens não são atrativos. Acho que Kadokura parecia infinitamente mais interessante interagindo com Kasukabe no outro mangá desse projeto. Bem, esse primeiro contato com a história me deixou profundamente decepcionado, mas vou me esforçar para ler os próximos. Tenho esperanças de que a história melhore e, mesmo que não chegue ao nível da outra, seja memorável.

  

Não sou um grande fã da Suzukura Hal. Não acho o estilo dela ruim, mas sua arte parece tão estática e pouco graciosa... A história também não me interessou muito. Kima é um tipo de personagem que eu não gosto, então espero que ele se torne mais agradável nos próximos capítulos. Nota "6", porque eu ainda tenho esperanças. 

Crazy Kouzu Scanlations foi o responsável por traduzir o primeiro capítulo para o inglês. Não acho que está disponível em outras línguas.